terça-feira, 12 de outubro de 2010

Estados Autoritarios. O Café com leite. Fiscalização Politica. Midia Solução. Voz do Brasil Televisiva

- Por isso fica complicado, o Brasil tem o poder muito centralizado e ao mesmo tempo espalhado é muito grande.

- Aqui no Brasil tem muitos contrastes.

- Exatamente.

- Tipo, na Bahia, ia mandar a família do ACM, aqui, ia ter uma mistura de família Amim com Bornausen(não sei escrever).

- Mas é isso, se aumentar o poder de cada estado a participação do povo aumenta pelo menos utopicamente.

- Depende do ponto de vista, enquanto um estado é do povo o outro pode ser uma ditadura.

- É não daria certo...

- Enquanto o Brasil não tiver um poder central solido, não pode ter um poder descentralizado.

- Aumentar a autonomia dos estados poderia ser bom, não é utopia.

- Vem do contexto histórico, republica café com leite, SP e MG no poder, o resto é que se foda.

- Sim sim.

- O sul teria mais autonomia, e tendenciaria a politica nacional.

- E o que vocês acham de, o poder máximo, Presidente, escolhe para cada estado um representante de sua confiança, totalmente o oposto de antes.

- Piorou.

- Com o Vargas era assim, e era uma ditadura...

- Ai fica difícil.


- Com Serra no poder, teríamos o Colombo aqui, dai ia fuder tudo, teríamos uma monarquia ligada pelos laços partidários.

- Mas pelas eleições,
se o lula, digo a Dilma, estiver lá, ele vai ta aqui, ai fudeu mais ainda. Briga de poderes.

- O negocio é:
reduzir o numero de deputados e vereadores.

- Sim, hoje são
70 deputados!!!!!!

- O negócio é a gente fiscalizar eles.

- Tipo, tinha que ser um por partido, cada partido tem suas ideias

- São muitos

- Outro problema é esse, são muitos partidos. UNIPARTIDARISMO! é brincadeira (Enquanto redijo, lembrei do exemplo da Suécia, onde votam na cor do partido, que são três, e as urnas não são digitais).

- Eureka! junto com um deputado deveria ir um representante popular, por região, esse sim fiscalizaria.

- Sim!

- Representante popular... o deputado não é um representante popular?

- Hoje em dia não.

- Mas ai, me diz: Vamos votar pra um representante? não ia dar certo, quantos iriam ser? quantos iam querer?


- Poderia ser um líder sindical, que represente a região não em forma desse voto burocrático.

- Lembra da aula de Geografia? Que JK afastou Brasília do povo? O jeito é trazer o poder ao povo, parece algo vago demais Eron, seria mais fácil desfazer o voto obrigatório, vota quem quer.

- Vago são vários caras de terno em Brasília sem fazer nada.

- Primeiro investir em educação e distribuir constituições, não é tão fácil conseguir uma.

- Dava também para, abrir um concurso publico para um "fiscal politico", dai seria realizada uma prova, com um bom salário (para chamar a atenção). Como qualquer orgão publico.

- Mas estudar estudar e estudar vale muito se for pra receber bem e não ter de fazer nada junto com o outro deputado.

- Dai entra em cena a policia politica, que são os caras que fiscalizam os fiscais.

- Ah, "ta bom
". E como fazer pra que esses não sejam outros "lobos"? daqui a pouco serão tantos quanto a população inteira dedicada ao "publico", um fiscaliza o outro, e um cega o outro. Não vejo sentido.

- O ideal seria a conscientização do povo todo, o povo todo fiscalizar mas tá dificil!! a midia poderia sr aliada nesta, mas a midia óbvio que não quer ser, pois melhor um povo alienado que faz o que ela manda e não contesta dando dinheiro e audiência a coisas fúteis e irreais...

- Como existe a propaganda eleitoral gratuita, existiria um programa obrigatório em todas as emissoras da TV aberta, que relataria pelo menos um dia de trabalho no congresso, porque aquela TV senado não serve pra nada mesmo, ninguém assiste.

- Você quer dizer,
como as 7 horas no radio?

- Isso, uma voz do Brasil televisiva.

- Você acha que daria certo?

- Já que a TV é bem mais poderosa, acho que sim. pelo menos o povo ficaria de olho aberto.

- Ó viu de novo? era Vargas...


Por entre este ponto, a conversa se tornou outra e outros assuntos... Ou seja, é capaz a sociedade se organizar para formar um poder fiscalizador, não seria mais simples, atrair o governo para próximo do povo? E o horário politico televisivo, não seria apenas mais uma forma entediante de produzir informação, Não seria adequado que existisse um pouco de humor nesses programas para atrair a atenção para a câmara, tal como faz o CQC?


Letras Azuladas - Victor Anselmo
Letras esverdeadas - Eron Nascimento
Letras Rosadas - Danielle Dornelles


12 comentários:

  1. Então, como foi discutido, sobre o o voto obrigatório, acho que em parte, a ideia de juntar a política com humor,
    no caso com quem de fato irá nos representar, não seria bem visto por eles (governantes), pois, algo sério, a ser
    tratado com humor para que o público se interesse, apesar de ser uma forma no qual desperte interesse, não faz
    com que o público trate de uma maneira séria também, ou seja, se for tratado com humor, não existe um real
    sentido para o público tratar sobre isso seriamente, mesmo que seja para representar-nos, ou no caso se o público
    conseguir corresponder, e levar a sério a "mensagem", não será um problema, pelo contrário
    ajudaria, mesmo que seja um meio arriscado.
    Já em relação ao fato de, "o horário politico televisivo, não seria apenas mais uma forma entediante de produzir
    informação", o povo de fato busca saber sobre os candidatos? Procura entender as propostas dele?Então se não
    dessa maneira, o "horário político", qual seria outra, com a mesma finalidade de "conscientizar" o povo para que
    no se arrependa depois?

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  2. o programa humoristico funcionaria sim, pois de um jeito ou de outro mostra os politicos de uma forma real. Pegando como exemplo oq vcs mesmos citaram, o CQC, apesar de as pessoas não o assistirem para "serem conscientizadas" acabam extraindo alguma coisa dali. Já falando do "fiscalizador" que cuidaria para que o deputado, vereador, enfim exercesse suas funções de forma intensa, seria muita utopia fazer com que isso funcionasse, pois assim como os políticos são corruptos, o "fiscalizador" tambem seria, afinal, os dois sairiam do povo como o mesmo intuito ideal: fazer um brasil melhor, e além de tudo, que critério seria usado para julgar o fiscal certo, no caso da prova?

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  3. Então Carolina, se for levar em conta seu critério, não haveria nem governo nem nada, aliás, todos são corruptos mesmo né? Acho que era bom dar uma chance a um novo órgão, se ele não funciona, é fechado, sem muitos mistérios.

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  4. De certa forma podem extrair sim Carolina, mas não foi o que de fato ocorreu nas propagandas eleitorais de um certo candidato no qual utilizou o humor e ganhou, sendo que propostas de fato não foram mostradas, e junto com o pensamento de várias pessoas de que era praticamente impossível dele ganhar, não levaram a sério, e deu no que deu, sendo assim o humor junto a política, serviram para a real finalidade, conscientizar o povo? A ideia não é generalizar, mas é um exemplo que vimos que não deu um resultado positivo.. Acho que as pessoas não se interessaram em buscar as propostas dele, mas se preocuparam e ver o que ele faria ao se candidatar.

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  5. Eron, eu concordo com vc, como experiencia é uma boa idéia criar um novo tipo de poder, mas ainda assim acho que não fuincionaria. Se o governo ou qualquer outro orgão é corrupto, quem garante que o fiscalizador tambem nao seria? e não é melhor darmos uma chance, procurando as pessoas certas dentro dos cargos que ja existem do que criar esperanças em cima de um outro cargo que tem espaço para ser tão corrompível quanto os que conhecemos? isso seria, de uma forma, um incentivo a corrupção. imagine uma sociedade onde as pessoas costumam matar as outras (não é dificil \:), e para tentar amenizar as mortes, criaram regras que garantem a punição do assassino em vez de investirem numa educação boa o bastante para que as pessoas nem cheguem a pensar em matar. é assim mais ou menos com a vida, e não parece dar muito certo.

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  6. ... de novo isso: "Acho que as pessoas não se interessaram em buscar as propostas dele(...)". Enfim, realmente é verdade, politica é algo "chato" e tediante, o humor favorece nesse ponto, sendo que é nescessario uma conscientização pra que, o povo saiba que é importante nao só seu voto mas a sua participação. Gosto da ideia de algo para todas emissoras. Assistindo os debates eleitorais da ultima campanha, na globo e na band, me perguntei porque que nao é livre para todos os canais, 1° que é um modo de ganhar audiencia, e 2° que seria ainda mais complicado de organizar. Solução: O governo organizar debates?
    Resposta: Não, o governo possui influencia partidaria, e favoreceria os candidatos.
    Entrei em outra "discusão" entre meus neuronios e conclui que seria nescessario a extinção dos partidos.
    Pergunta: Mas, como seria organizado as eleições?
    Resposta: Com criação de Chapas, ideologicas, de organização com um limite de representantes e que apos a eleição se dissolve, ou seja, apenas uma forma de organizar a campanha, não esse poder partidario.
    Replica: E as eleições para deputado, e senador?
    Treplica: Mantem o mesmo sistema, onde seria escolhido um representante por chapa. Ou seja, o numero de chapas se torna flexivel, pela nescessidade de representantes.

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  7. mas Fábio, usando o humor, o Tiririca conseguiu oq queria: uma campanha eficiente. Se quizermos uma conscientização, talvez o humor nos ajude. Em relação ao candidato, o problema não foi as brincadeiras em si, mas suas intenções.

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  8. Victor, mas as chapas não seriam feitas em cima de uma ideologia ou interesses em comum? e não essas coisas formam um partido?

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  9. Pois entao Carol, SIM! Bases ideologicas, é a função de existirem chapas diferenciadas, mas elas seriam depois destruidas, nao continuas, sem acumulo de poder, nem sendo sempre as mesmas ideologias, afinal elas mudam.

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  10. Mas então, sim entendo que conseguiu o que queria, se candidatar, no caso "uma campanha eficiente", mas pensa, será que conscientizou o povo??? esse é o objetivo do humor junto a política é tornar esse assunto o menos cansativo possível.

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  11. Entao, o candidato (2222), nunca quis conscientizar nada, ao contrario do possivel programa.

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  12. ah sim, nesse caso victor eu concordo ehuiehih

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