segunda-feira, 21 de junho de 2010

Faixa do "Cala boca Galvão !" é censurada.

Exibida com destaque logo que a bola começou a rolar para a estreia brasileira na Copa do Mundo, contra a Coreia do Norte, em Johannesburgo, uma faixa com a frase "Cala a boca, Galvão!" foi recolhida rapidamente nas arquibancadas do estádio Ellis Park, nesta terça-feira.

O adereço estava colocado exatamente no centro do campo, pouco acima das placas de publicidade, e endossava campanha iniciada no Twitter, desde a última sexta.

Bastou começar o jogo inaugural do Mundial na África do Sul, entre a equipe da casa e o México, que os temas ligados ao torneio já estavam entre os dez mais comentados no famoso microblog. E o assunto que liderava o ranking era justamente "Cala boca Galvão", referindo-se ao locutor esportivo da "Rede Globo".

E agora, onde está a liberdade de expressão ?

3 comentários:

  1. Melhor ainda foi o tal do Tadeu Schmidt do Fantástico distorcendo as falas do Dunga e falando que era uma pena que estivéssemos sujeitos a um técnico como ele, ou coisa assim.
    Além do negócio da liberdade de expressão, ainda temos que ver manipulação de informação descarada.

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  2. Sem contar que no próprio twitter na hora do jogo do Brasil com a Coreia, retiraram TODOS os treding topics, TODOS. A cada cinco segundos era escrito 38 twits com o "cala boca Galvão", um absurdo. Cadê a liberdade de expressão?

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  3. Os mais jovens que participam deste blog devem lutar e protestar de TODOS os modos e em em TODAS as ocasiões contra qualquer tipo de atitude que lembre a censura religosa, literária, politica,artística, comportamental, sexual, etc...A minha geração não fez isso e tomamos no rabisteco 25 anos de ditadura !
    Eu era universitário em 1964 e protestei violentamente através da imprensa, passeatas, etc...fui processado 3 vezes por coisas que disse e escrevi. Mas fui absolvido nas 3 vezes. Graças a Deus, eu era o primeiro aluno da minha turma na UFSM e sempre fui respeitado. Tanto que, aos 23 anos, já era professor da UFSM.
    Passei trabalho, mas jamais baixei a crista para os poderosos.
    Abraço

    James Pizarro

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